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14/02/2018

Secretaria de Saúde de Aparecida de Goiânia promove campanha para recolher pneus

Foto: Reprodução / Internet
A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Coordenação de Vigilância em Saúde, de Aparecida de Goiânia, realiza ação que visa recolher pneus descartados de forma irregular no município. O objetivo é evitar que esses pneus se tornem criadouros do mosquito aedes aegypti.

De acordo com o Coordenador de Vigilância em Saúde, Iron Pereira, em 2017 foram recolhidas mais de 500 mil carcaças de pneus, em Aparecida de Goiânia.

“Em 2017 nós realizamos sete multirões além das coletas diárias, atingindo 540 mil carcaças de pneus. Esse material é recolhido e dado o destino correto para a empresa que fica em Abadia de Goiás, a Reverso Pneus. Um empresa recicladora que faz a trituração desse material e descarta de maneira correta, tirando todas possibilidades de um criadouro de aedes aegypti e também do meio ambiente”.

Apenas nos dois primeiros meses de 2018, cerca de mil pessoas procuraram as unidades de saúde com suspeita de dengue. Para o coordenador de Vigilância em Saúde é o momento de se envolver nas ações em combate ao aedes aegypti.

“Eliminando os focos, eliminando os pneus que às vezes podem ser descartados de maneira incorreta, caixas d’água, cisternas, lixo a nível de solo, que são materiais de construção. É necessário que neste momento todos participem, tirar dez minutos por semana e fazer uma verdadeira vistoria no seu imóvel”, alerta.
Descarte irregular 

Os lotes baldios e as borracharias são os campeões de acúmulo de pneus. Por isso o Coordenador de Vigilância em Saúde alerta que, caso a pessoa seja flagrada fazendo o descarte irregular de pneus, ela será multada.

“Se ele for pego nesta prática de descartar esse material de forma incorreta ele pode ser autuado na hora, na lei 3.016/2011, porque ele vai estar favorecendo para um criador de aedes aegypti. E também pela lei federal, tendo em vista que ele está cometendo um crime ambiental, naturalmente ele pode ser autuado na hora, tanto pela SEMA ou pela Vigilância Sanitária”.

Por Jerônimo Junio